Smart2Raw
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O método está datado por terceiros, não afirmado aqui.

Sobre

O Smart2Raw é escrito e mantido por Carlos Alberto Terêncio de Bastos, que detém o direito autoral — e é isso que torna possível a licença dupla deste site. Não há uma empresa entre você e o projeto: o que você escrever na página de contato chega em quem escreveu o código.

Abaixo estão os três hábitos que conduzem o projeto — todos verificáveis no repositório, não declarados aqui — e a trilha de versões depositadas que os documenta.

6versões depositadas, cada uma um registro do método datado por um terceiro
2defeitos publicados com o caso mínimo que reproduz cada um, em vez de enterrados
31suítes de teste, 0 falhas — e a suíte de fuzz existe porque achou um deles

A ideia, em um parágrafo

Uma coluna de inteiros tem oito bytes por elemento porque uma declaração de tipo disse isso, não porque o dado precisasse. O Smart2Raw mede a amplitude real e guarda a coluna na menor classe nativa que essa amplitude exige — e então para. Os bytes continuam sendo inteiros nativos, então toda operação roda direto em cima deles, sem passo de decodificação para pagar. O nome inverte a promessa usual de propósito: todo mundo se oferece para transformar dado bruto em algo inteligente. Aqui a inteligência entra na classificação, e o que sai é raw.

Como o projeto é conduzido

Três hábitos, e eles estão visíveis no repositório em vez de declarados aqui.

Todo número vem junto com o programa que o produziu. Nenhum benchmark imprime um valor que não sabe defender; cada um verifica o que pode antes de imprimir, e aborta se houver divergência em vez de reportar um resultado bonito.

Casos de teste escolhidos herdam o ponto cego de quem escolheu. É por isso que existe uma suíte de fuzz diferencial com sementes fixas, e é por isso que ela existe de fato: ela encontrou um defeito que vinte e cinco suítes de casos cuidadosamente escolhidos não pegaram.

Defeito se publica, não se enterra. Quando a versão 3.4.0 se revelou capaz de devolver valores truncados em colunas sem sinal que cruzam 2^63 — sem erro e com CRC válido — a correção veio com o caso mínimo que reproduz, a explicação e um aviso de atualização no topo da release. E aconteceu de novo na 3.5.1, com um defeito de outra natureza: um .s2r construído de má-fé, com CRC correto e tudo internamente consistente, fazia o leitor escrever fora do heap. Os dois estão na página de escopo técnico hoje, onde qualquer um que avalie o projeto vai ler.

A trilha

versãodepositadao que trouxe
3.5.12026a correção de segurança no leitor em blocos, e o arquivo hostil virando teste fixo
3.5.02026fatoração afim, o planejador de blocos, o índice cumulativo, e a correção do defeito acima
3.4.02026quadro de referência por bloco, predicados SIMD, o contrato do .s2r fechado
3.3.7 · 3.3.6 · 3.3.x2026os depósitos anteriores, cada um com DOI próprio
DOI do projetoaponta sempre para a versão mais recente

Cada depósito é um registro do método datado e carimbado por um terceiro, o que também é o que dá ao projeto uma data de prioridade.

Onde encontrar o projeto

GitHub Zenodo LinkedIn Contato

Por onde seguir

Como o método se lê

A decisão de projeto e a troca, ditas sem rodeio.

Escopo técnico →

Como citar

Seis depósitos com DOI próprio, e um DOI do projeto.

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Falar com quem escreveu

Sem balcão de suporte no meio.

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